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sábado, 20 de abril de 2013

Resumo do filme: “PASSAGEIROS”



Trabalho apresentado á Professora Roseliane Marçal Pinto, do curso de Psicologia, da Faculdade da Amazônia, como requisito parcial de nota e aprimorar os conhecimentos em Estágio Básico III.

Acadêmica: Juliana Moura Teixeira

O filme relata uma trama intrigante e surpreendente, começa após a queda de um avião, onde uma psicóloga, Clare, é colocada em um contexto sob o qual precisa dar suporte emocional, apoio psicológico aos sobreviventes do mesmo. É necessário focar nos detalhes presentes do filme, caso contrário ele parecera confuso e sem sentido, pois tudo ocorre demasiadamente rápido. A psicóloga , como um todo, torna seu envolvimento com os pacientes conturbado e difícil, á medida que ela se atenta aos detalhes desvendados por eles, tais sobreviventes começam a sumir sem deixar vestígios, o que a torna praticamente sem limites para descobrir quem esta por traz disso, porem, para completar a historia, Clare se envolve abruptamente com Erick, um dos sobreviventes, que ao contrario dos outros, nega ajuda da mesma, passando a cortejá-la, fazendo com que a partir desse interesse, ela haja fora dos parâmetros recomendados pelo código de ética profissional, que aliás desde praticamente o começo do filme ela infringe nesse relacionamento com o sobrevivente.
Contudo, no desenrolar da trama, após muitos detalhes e acontecimentos, o filme parece voltar contra a psicóloga, pois ao descobrir os fatos, ela se descobre entre eles, isto é, no contexto final , o filme revela seu verdadeiro sentido, ele proporciona um significado inimaginável, pois ele revela que centra-se o tempo todo  na descoberta da própria morte, pois na cena em que  Clare vê seu nome na lista de passageiros, lembra-se do momento em que se sentou ao lado de Erick no avião, todo o relacionamento ocorrido durante o filme é confuso ao ver esse final, mas faz sentido a partir do momento em trazermos esse contexto num ponto de vista psicológico, centrado no real significado de uma terapia, ou seja, durante todo o filme a psicóloga, tenta trazer lembranças aos passageiros, fazer com que lembrem-se, mas ao final, Erick faz esse papel, trazendo-a para a realidade de si mesmo, e quando ela o questiona, do por que não ter dito antes, ele responde de uma forma que somente um psicólogo entende:  não era ele quem tinha que dizer , mas que ela tinha que descobrir por si mesma; exatamente como numa terapia, psicólogos não devem nem podem dizer o que há de errado na historia que o paciente traz, deve fazer com que ele se perceba e perceba a realidade na qual se encontra, trazendo menos sofrimento e compreensão de si mesmos. O filme é ótimoo, cativante e tenso ao mesmo tempo, maravilhosamente surpreendente,uma mistura de ação na medida certa com um suspense psicológico bem elaborado. Vale a pena conferir "Passageiros", recomendo.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Resumo do artigo: A credibilidade do testemunho da criança vítima de abuso sexual no contexto judiciário

Trabalho apresentado á Professora Roseliane Marçal Pinto, do curso de Psicologia, da Faculdade da Amazônia, como requisito parcial de nota e aprimorar os conhecimentos em Estágio Básico III.


Acadêmicas: Ismariane Lauret
                   Juliana Moura Teixeira
      

                 O enfoque principal da pesquisa contempla a trajetória percorrida entre a suspeita e a validação do abuso sexual infantil, partindo do discurso da criança e do discurso daqueles que a interrogam. A ausência de esclarecimentos e de produções cientificas favoreceu o desenvolvimento de uma representação social do abuso sexual infantil elaborada com base no conhecimento de censo comum e que se incorporou aos pensamentos preexistentes sobre a sexualidade. A exigência social e jurídica de posicionamento efetivo sobre a violência sexual contra criança transformou as representações sociais relacionadas a essa temática.            
              Assim ao atingir o âmbito da justiça as representações sociais da infância, da sexualidade e da violência, individualmente construídas individualmente construídas pelos operadores do direito serão também incorporadas ao grupo em sua atuação profissional. Na dependência de tais apresentações esta o trabalho dos profissionais que acolhem e encaminham a notificação do crime, buscando a verdade dos fatos e validando ou não o testemunho da vitima. O Estatuto da Criança e do Adolescente no art. 2º parágrafo único, considera “(...) criança, para efeito desta lei a pessoa de até doze anos de idade incompletos, e adolescentes aquela entre doze e dezoito anos de idade”. Baseado no principio da doutrina da proteção integral da Organização da Nações Unidas (ONU) , tal estatuto oportuniza a criança um tratamento jurídico diferenciado e protetivo, garantindo-lhe direitos contra a exposição e o constrangimento. A historia contida em cada processo judicial não é apenas a do individuo que busca ou é forçado a buscar o serviço da justiça, mas também dos profissionais que nela atuam, como os conselhos tutelares, os delegados de policia, os Promotores de Justiça, os Juízes de direito, os médicos, os psicólogos e os assistentes sociais. Ainda que a ênfase do trabalho esteja voltada para a criança e não para o adolescente, constatou-se que alguns processos chegaram à seção de psicologia para a elaboração da avaliação psicológica quando a ocorrência do crime já ultrapassara dois anos, de modo que a vítima que era criança na época do atentado, na data da entrevista, estava na adolescência. Nos casos de abuso sexual infantil, é chamado a atuar no contexto judiciário devido às dificuldades que o tema sugere, uma vez que o testemunho da criança é percebido como frágil é passível de sofrer sugestões ou induções dos adultos envolvidos. Os danos psicológicos produzidos na vitima podem ser atribuídos tanto ás circunstancia em que aconteceu o atentado quanto ao contexto de intervenção ou por profissionais que foi submetido após a revelação (Almeida, 2013; Gabel, 1992; Machado, 2003; Volnovich, 2005). Tal fato pode ser constatado nas avaliações psicológicas pela analise do discurso e das relações da vitima, durante as entrevistas psicológicas, não se descuidando de averiguar as circunstâncias em que ocorreu a denuncia.
             A crença de que a experiência do abuso sexual causa danos psicológicos à criança interfere igualmente na intervenção jurídica, visto que se espera da vítima um conjunto de características padronizado pela literatura especializada, baseada nos padrões norte-americanos de conduta e, quando isso não é constatado, a tendência é desacredita-la. Observou-se que as avaliações psicológicas somente foram validadas como prova técnica nos processos judiciais, quando constataram danos psicológicos ou reações potencializadas nas vitimas,ou mesmo quando ratificaram os depoimentos documentados nos autos processuais.
             Os processos judiciais deixam claro que no âmbito judiciário, alem de toda a complexidade do testemunho da criança vitima de abuso sexual, há a necessidade da responsabilização penal do acusado.Assim, são evidentes as falhas nas práticas judiciárias relativas ao do acolhimento do testemunho da criança, que urgem por mudanças beneficiarias tanto para a vitima como para os profissionais sem ferir a aplicabilidade da lei.
             Dentro desse contexto, percebe-se que, na sala de audiências, é comum as crianças se mostrarem retraídas, pouco receptivas e com discurso lacônico, bem como nas Delegacias de Policia se revelaram assustadas e pouco elucidativas diante da intensidade dos interrogatórios e da presença de varias pessoas.A participação do psicólogo nesses procedimentos é fundamental para a oferta de uma escuta especializada e protetiva porque, conforme Volnovich (2005), mesmo com a criança provida de direito à participação nos assuntos relativos à sua vida, há uma tendência dos adultos em desconsiderar tal fato, o que dificulta ainda mais a maneira como se preparam para ouvi-la. Aceitar que criança possui percepção e opinião sobre as pessoas e os acontecimentos de sua vida é o primeiro passo para compreende-la e oferecer-lhe uma escuta adequada.

INTERVENÇÕES EM PSICOLOGIA ESCOLAR: Ressignificando as relações Institucionais

Trabalho apresentado á Professora Roseliane Marçal Pinto, do curso de Psicologia, da Faculdade da Amazônia, como requisito parcial de nota e aprimorar os conhecimentos em Estágio Básico III.  

 Acadêmicas: Andreza Angela 
                      Maria Razzine Gonçalves 
                      Ismariane Lauret 
                      Juliana Moura Teixeira 
                     Natalí Cintia dos Santos 


INTERVENÇÕES EM PSICOLOGIA ESCOLAR: Ressignificando as relações Institucionais

 Resumo – 3ª Série do Ensino Fundamental 

Paula e Simone fazem parte dos colaboradores de uma instituição escolar, sendo que Paula tem 32 anos e possui graduação em Pedagogia e cuja sua responsabilidade é lecionar História, Português e Geografia. E Simone leciona apenas Matemática.

A rotina da sala de aula de Paula dá início 15 minutos após o intervalo, e era necessário a professora aguardar que os alunos trocassem de sala, pois cada sala é respectiva de uma matéria específica. É válido ressaltar que no momento em que os alunos retornavam à sala já havia conteúdo na lousa. Durante a realização das atividades, a professora observava individualmente o andamento das tarefas realizadas pelos alunos, e ao final ela corrigia as atividades.

A relação entre os alunos é considerado natural, pois existem os laços de amizade e também de desavenças.

Uma das maiores queixas de Paula, diz respeito à concentração dos alunos, principalmente quando chegam muitos eufóricos após o intervalo. Dessa forma, a professora passa a ter certa cobrança sobre os alunos, exigindo silêncio e permanência das crianças nas carteiras.

                                                                

INTERVENÇÃO

- Propôr a permanência das técnicas de relaxamento com os alunos;

- Propôr mais criatividade com relação à metodologia de ensino e didática da professora. Exemplo: a forma do ensino com mais acessibilidade ao aluno, incluindo dinâmicas para uma melhor absorção do conteúdo. Assim como, áudio-visual, debates em sala, e etc.

- Propôr técnicas de reforçamento sobre os alunos, com o intuito motivacional. Exemplo: cartazes com desenhos de rostinhos felizes, estrelinhas, etc.